quarta-feira, 21 de outubro de 2009

croquis de processo - mind maps

alguns mind maps que ando fazendo pra agenciar idéias e ações e desejos

Caderno Descarnado - João!


To disponibilizando meus rabisquetes pra galera.
É uma boa forma de ir seguindo a linha orgânica (Lygia Clark) que está percorrendo o processo sob o meu pontod e vista, dá tmbm pra ter como referência para ir compondo os agenciamentos pessoais de substâncias (beuys)
Ps: vou transcrever dia a dia os tópicos principais e ações que venho experimentando, idéias trocadas e experenciadas e desejos. mas isso num futuro breve.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Hyena mask

+ Shatner was Kirk



Ritual



Sunn 0)))
Corsica Studios, Londres
22/02/2009


Há quem experimente drogas, quem se imole, quem medite para tentar encontrar uma paz interior, a que muitos chamam "deus". E há quem atinja esse estado de espírito (ou do que lhe quiserem chamar) através do som. John Cage procurou o silêncio. Sentou-se numa sala à espera de não ouvir absolutamente nada. O som, contudo, estava sempre lá. Acompanhava-o para onde quer que fosse. A partitura vazia não equivalia ao silêncio. Esse era uma ilusão. O que Cage devia ter procurado era algo completamente diferente. Era o vazio através do som total, um tal caos que deixa de ser caos e que, quando visto ao longe, se torna ordem. Isto não é uma crítica a um concerto. Isto é uma declaração de um buraco negro que se abriu no planeta numa destas noites.

No passado domingo, ao entrar nos Corsica Studios, numa zona suspeita de Londres, a sensação imediata foi a de que algo estava errado quando vi os Sunn O))) na Casa da Música. Não são uma banda para se ver num espaço convencional. O caminho deve ser traçado numa sala deste género: muito pequena, completamente negra, onde qualquer direcção indica um amplificador. Particularmente no palco. Muitos amplificadores. A wall of sound nunca fez tanto sentido. É uma parede de amplificadores.



Não há como negar o receio daquilo que pode vir a acontecer aos ouvidos. Aliás, por essa mesma razão o bar distribui tampões de borla. Com um aviso em várias paredes: "não nos responsabilizamos por estragos permanentes". O óbvio.

Stephen O'Malley e Greg Anderson entram em palco. Trajam os habituais robes ao estilo monástico, empunham uma garrafa de vinho cada, pegam nas guitarras que se encontram em cima dos amplificadores. Alguém, claramente sob o efeito de psicotrópicos, grita "só a morte é real". Os restantes, sóbrios e sérios, riem-se. E é aí que tudo começa. Por mais de hora e meia, os dois homens em palco, auto-intitulados Sunn O))), "tocaram". Tocaram nas guitarras, sim, literalmente. Mas o verbo tocar aqui não faz sentido. É a Criação, por breves momentos. Fechar os olhos e ouvir o que vinha do palco permitia escutar para lá do que realmente estava a acontecer. A primeira camada era só uma fachada, a porta de entrada para quem simplesmente quer ouvir barulho. É nas restantes coberturas sonoras que se encontra o significado de tudo isto. Era como ouvir a formação de um novo mundo e as nascentes de novos rios e mares, oceanos a serem gerados, o sexo entre sóis e luas, suado, trepidante, incandescente e, acima de tudo, maravilhoso. Por baixo de tudo isso, os pássaros que nascem e cantam, as vozes que se ouvem nas bocas fechadas de todos os presentes, mas principalmente, de quem não se encontra na sala. Por baixo de tudo isso, é o verdadeiro Acontecimento. O palco não importa nada. O que importa são as vibrações que nos puxam e que nos levam a uma entidade comum.

O tremer da pele e da carne diz-nos que não estamos ali. Nós não somos os corpos que estão de pé numa sala muito pequena, completamente negra, repleta de amplificadores num certo armazém da capital inglesa. Nós já não estamos ali. É uma viagem ao interior uns dos outros, quando deixamos de viver e passamos a formar um só ser. (...) As duas guitarras acabaram a noite suspensas, sozinhas, sem que o som vindo delas terminasse. Alguém dizia no início: "isto é o século XXI". Sim, é isto o século XXI. Há quem diga que é a banda sonora para o Apocalipse. Muito pelo contrário.

Tiago Dias

Masturbation!


Castração também caracterizava a derrota em X-Man, mais um clássico erótico do Atari, de 1983, produzido por Alan Roberts – outro rebento da indústria pornográfica, que acabara de dirigir o sucesso “Young Lady Chatterley". Aqui o jogador controlava um homem pixelizado e de membro em punho, que precisava atravessar um labirinto - livremente inspirado em "Pac-Man" – enquanto tenta evitar tesouras, dentaduras e caranguejos, que em inglês popular é sinônimo de doença venérea. Uma vez vencido o labirinto, a tela era substituída pela imagem de um homem e uma mulher pelados, prontos para iniciar o coito.

X-man foi o primeiro game erótico cujo objetivo – aparte evitar ser transformado em eunuco – era satisfazer uma mulher. Movimentos laterais no joystick controlam a ação sexual na tela, e o ritmo com que são feitos o prazer de sua parceira. Uma posição diferente era apresentada ao final de cada labirinto.

fonte:

ARENATURBO



Watch more videos of Gaming

las luces imaginadas


xamã moderno


jam 19.10

eu que a um tempos não vou para dentro da caixa preta ensaiar e criar, pois penso e experimento a performance dentro da rua, dentro de espaços variados; hoje tive boas vibes. com o João tudo se transforma em potencial e ainda mais com a guitarreira do Douglas e nossos olhos atentos. fiquei atrás de um projetor de luz, um foco branco que não parava de seguir o João em tudo o que ele fazia e era sombrio e engraçado e evidente. a loucura está na fala dele. o tom que ele usa é um tanto lúcido e ao mesmo tempo psicotizante... tudo é potência. os objetos tem aura, ganham intensidades e a proposta é essa, pelo menos pra mim: dar substância à intensidade!
quero contruir uma luz simples e ousada, que esteja em cena, se mova, se organize com o performer, que esteja junto com a guitarra e samples do Douglas e que simplesmente deixe o espaço da ação cada vez mais aguçado para receber a fala, para mergulhar num texto cheio de signos afetivos, inconscientes.
a gente está entrando no mundo apocalíptico de um homem que pode esconder o rosto mas que também  goza... pode ser impróprio para uma sala de teatro mas é necessário para nós! a gente pode tudo agora!
adoro a idéia das máscaras, do corpo que elas proporcionam e da possibilidade de escondermos tudo com fumaça e de irmos desvendando a partir de, porque não? um totem cubo! gosto, mas se o discurso do João for tão louco-afeitvo como foi hoje eu gosto ainda mais... até porque eu tava pensando aqui, a gente pode construir o mistério e o suspense, como o Bruno falou, através de uma atmosfera para essa fala inicial muito louca... plena de sentidos escondidos e metamorfisados. os devires todos podem estar ali no início do Homem. adoro os nossos momentos! que venha logo a próxima jam... levem instrumentos de luz. pode ser abajures e sentinelas (a louca) ... eheheheh.

ah, proponho um ensaio em que a gente seja somente espaços de luz! a la Craig!

Agenciamentos então

0. Carina, qual é o nome do artista da casa cancerígena?

0. João, é o Lisandro que vai conseguir aquela autorização pro meu Escort CAQ 2482?

0. Onde será o treinamento corpomente? Vai até que horas?

1. Gosto da ideia do Bruno de começar frio e depois aproximar e depois afastar de novo. Gosto da ideia de que o Bruno é mais exigente e não hesita em divergir.

2. Eu gostaria de receber mais feedbacks sobre as minhas tentativas. O que sei é que só guitarra deu uma saturada e que há momentos com climas David Lynch (mais uma vez obrigado, Lisandro). Hoje as ações do João só me provocaram melodias minimalistas e climáticas e perturbadoras. Vou gravar, se eu lembrar, a melodia que eu fiz no começo do ensaio (aquilo que chamei de western misterioso, um tex-mex badalamentiano) para opinião de vocês. Além disso, façam pedidos - de texturas, samples, melodias, instrumentos. O que já penso em levar sexta-feira: gaita-ponto e laptop com texturas. Espero já estar com o synth micron e talvez eu não leve as duas guitarras, pra facilitar um pouquinho.

3. Anotemos os momentos em que podem rolar as sincronias, seja som-luz, seja som-João, seja som-vídeo. Aliás, eu farei a música daquele vídeo do leite, por exemplo?

4. Esforçar-me-ei mais para usar papel ;]

Lîla

"Em sânscrito existe uma palavra, lîla, que significa 'jogo', 'brincadeira'. Mais rica de sentidos do que as palavras correspondentes em nossa língua, ela significa brincadeira divina, o jogo da criação, destruição e recriação, o dobrar e desdobrar do cosmos. Lîla, profunda liberdade, é ao mesmo tempo a delícia e o prazer do momento presente e a brincadeira de Deus. Significa também 'amor'. Lîla pode ser a coisa mais simples que existe - espontânea, infantil, franca. Mas, à medida que crescemos e experimentamos as complexidades da vida, ela também pode ser a conquista mais dura e difícil, e chegar a desfrutá-la é como retornar ao nosso verdadeiro ser. Existe algo energizante e desafiador em estar frente a frente com a plateia e criar uma peça musical que tem ao mesmo tempo o frescor do momento fugaz e - quando tudo funciona - a tensão e a simetria estrutural de um organismo vivo. Pode ser uma experiência extraordinária e muitas vezes mobilizadora de comunicação direta." (Stephen Nachmanovitch)

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Para além do brown noise os silêncios e sorrisos


Clique me! do blogue do douglas mas que é tri de dividir aqui! (estamos tratando de agenciamentos (um campo de relações e convivências 3-d ou 4-d que tende ao infinito) estímulos - frequências que alteram (cientifica-poéticamente) DRAMA dran dream dram (schechner) sonoros, cinestésicos e cinéticos, visuais míticos utópicos e cotidianos.
legal continuarmos lendo produzindo e tendo idéias. além das referências que to passando aqui leituras sinapses links e comentários ligeriramente pessoais (quem é esse eu público?) me lembrou nossas a conversa a sobre personagem, pessoa, persona. ou, é arte ou não é? ;)

como no tarot no processos híbridos e re-indicado aqui pelo douglas, o que se repete ou se sincroniza cria uma das facetas da compexidade desse atual criado por nós. a outra faceta? e a outra e a outra? hihihihi isso é dentro do buraco da alice. (o gato sorri, ou será a lua?)
usar o youtube como plataforma de preparação e o blogue, e o google é BINGO! (o bigode do Aldo, vulgo Brad -so - pitt, no bastardos inglórios é hilário) vamos expandir essas ferramentas de dramaturgia (tecer as ações-Barba)
olhar pro blogue é como olhar pra nós mesmos, me lembra uma citação que um amigo, o renato ferracini adora, do poeta francês PAUL VALERY (o mais profundo é a pele)
clique me
encontrei o blogue dessa moça falando sobre seu processo e pele!

ps dois
sugiro cadernos analógicos tambem para exercitarmos as inteligências visuais-motoras, os rabiscos rabiscos ajudam a pensar! clique-clique!


ps o encontro criativo de hoje foi foda e foi nosso primeiro encontro em sala, juntos com as ferramentas de trasformação
penso em iniciação, penso em performance enquanto metodologia filosófica artística e religiosa
drama dran dream dram penso na importância e responsabilidade de cada um de nós sobre o palco, estar sozinho com o outro, existe maior mistério?
o encontro de hoje me pareceu ja carregado de potência e fico alegre (spinozeanamente falando)
gostaria da falar de cada um e todos muita idéia muita sensação e opinião, muito tudo, mas na sala posso ver os olhos e são os olhos que me interessam =D

Douglas gostaria do teu capacete emprestado (aquele dos processos pra sexta)

Kaprow



O ruído do gelo derretendo.



Shatner was Kirk



Traduzi alguns trechos:



Meu método é similar ao dos aborígenes que creditam os sonhos a uma realidade tão poderosa e importante quanto a dos eventos que experienciamos acordados. Eu sei que as análises podem ser feitas separando-se os planos de realidade; mas às vezes - especialmente no teatro - é necessário viver como se o "se" fosse o mesmo que "é". (...) Performances são faz-de-conta, de brincadeira, por diversão. Ou, como Victor Turner disse, no modo subjuntivo, o famoso "se". Ou, como em sânscrito, performances são lîla - esportes, brincadeiras - e maya, ilusórias. Mas, como a tradição do sânscrito enfatiza, a vida toda é lîla e maya. Performance é uma ilusão de uma ilusão e, assim sendo, pode ser considerada mais "verdadeira", mais "real" do que a experiência ordinária.

Brincadeira, jogo, esporte, teatro e ritual: várias qualidades básicas são compartilhadas por essas atividades: 1) uma ordenação especial de tempo; 2) um valor especial emprestado aos objetos; 3) improdutividade em termos de bens; 4) regras. Frequentemente lugares especiais - lugares não-ordinários - são escolhidos ou construídos para essas performances.

O tempo do relógio é unidirecional, uma mensuração uniforme linear e cíclica adaptada do dia-noite e dos ritmos das estações. Nas atividades performáticas, entretanto, o tempo é adaptado ao evento, e é portanto suscetível a numerosas variações e distorções criativas. As principais variações do tempo de performance são:

1. Tempo do evento, quando a atividade tem uma sequência estipulada e todos os passos dessa sequência devem ser completados, não importando quanto tempo de relógio se passe. Exemplos: beisebol, corrida de automobilismo; rituais em que um "estado" é buscado, como danças da chuva, curas xamânicas, reencontros; performances teatrais com roteiro.

2. Tempo estipulado, quando um padrão de tempo arbitrário é imposto aos eventos - eles começam e terminam em momentos determinados, não importando se eles são ou não "completados". Aqui há uma batalha angustiante entre a atividade e o relógio. Exemplos: futebol, basquete, jogos estruturados em "quanto" você consegue fazer em "x" tempo.

3. Tempo simbólico, quando o intervalo de tempo da atividade representa outro (mais longo ou mais curto) intervalo de tempo do relógio, como as noções cristâs de "fim dos tempos", o "tempo de sonho" aborígene ou a meta zen do "estar presente no agora". Exemplos: teatro, rituais que reatualizam eventos ou eliminam o tempo, como brincadeiras de faz-de-conta e jogos.

Regras especiais existem, são formuladas e persistem porque essas atividades são algo à parte do dia-a-dia. Um mundo especial é criado onde as pessoas podem fazer as regras, rearrajar o tempo, estipular valor às coisas e trabalhar por prazer. Esse "mundo especial" não é fortuito, mas uma parte vital da vida humana. Nenhuma sociedade e nenhum indivíduo podem aguentar sem ele. E é especial somente quando comparado às atividades "ordinárias" do trabalho produtivo.

Brincadeira é "atividade livre", onde cada um faz suas próprias regras. Em termos freudianos, a brincadeira expressa o princípio do prazer, o mundo da fantasia privada. Ritual é estritamente programado, expressando a submissão do indivíduo às forças "superiores" ou pelo menos "diferentes". O ritual resume o princípio da realidade, a concordância em obedecer regras que são dadas. Jogos, esportes e teatro (dança, música) fazem uma média entre esses extremos. É nessas atividades que as pessoas expressam seu comportamento social.



Uma ação tem cinco características básicas: 1) processo, alguma coisa acontece aqui e agora; 2) atos, trocas ou situações com consequências, irremediáveis e irrevogáveis; 3) competição, algo está "em jogo" para os performers e frequentemente para os espectadores; 4) iniciação, uma mudança de status para os participantes; 5) o espaço é usado concretamente e organicamente.

(...) O problema continua: como animais (e pessoas) mostram a diferença entre brincadeira e "pra valer"? Comportamento ritualizado, incluindo performances, são formas de continuamente testar as fronteiras entre brincadeira e "pra valer".

Satie no espaço

Criei uma lista de reprodução no You Tube pra reunir coisas a mostrar procês, principalmente referências sonoras, que incluem muitas imagens espaciais.

domingo, 18 de outubro de 2009

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

COSMOGONIA - ESCATOLOGIA


2 comentários:

Douglas Dickel disse...

Distribuamos papel higiênico na entrada.

Bruno Gularte Barreto disse...

Ou fraldas geriátricas,.. hehehe


As Características do Mito
A narração mitológica envolve basicamente acontecimentos supostos, relativos a épocas primordiais, ocorridos antes do surgimento dos homens (história dos deuses) ou com os "primeiros" homens (história ancestral). O verdadeiro objecto do mito, contudo, não são os deuses nem os ancestrais, mas a apresentação de um conjunto de ocorrências fabulosas com que se procura dar sentido ao mundo. O mito aparece e funciona como mediação simbólica entre o sagrado e o profano, condição necessária à ordem do mundo e às relações entre os seres. Sob sua forma principal, o mito é cosmogônico ou escatológico, tendo o homem como ponto de intersecção entre o estado primordial da realidade e sua transformação última, dentro do ciclo permanente nascimento-morte, origem e fim do mundo.

As semelhanças com a religião mostram que o mito se refere -- ao menos em seus níveis mais profundos -- a temas e interesses que transcendem a experiência imediata, o senso comum e a razão: Deus, a origem, o bem e o mal, o comportamento ético e a escatologia (destino último do mundo e da humanidade). Crê-se no mito, sem necessidade ou possibilidade de demonstração. Rejeitado ou questionado, o mito se converte em fábula ou ficção.

Escatologia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


ESCATOLOGIA WIKI CLIQUE ME POR FAVOR!!!!!!!!!!!! QUERO SER LIDO QUERO SER COMIDO QUERO SER DIGERIDO QUERO SER... ;) INUSITADO!

Do Blogue do Douglas, impossível não desejar que todos nós tenhamos acesso a estas informações

"Se os legisladores se recusam a considerar poemas como crimes, então alguém precisa cometer os crimes que funcionem como poesia, ou textos que possuam a ressonância do terrorismo. Reconectar a poesia ao corpo a qualquer preço. Não crimes contra o corpo, mas contra Ideias (& Ideias-dentro-das-coisas) que sejam letais & asfixiantes. Não libertinagem estúpida, mas crimes exemplares, estéticos, crimes por amor." (Hakim Bey)

Nota Marrom

O douglas me apresentou uma band laxante. E o Bruno, sem saber disso, durante uma conversa sobre o desejo de usar frequencias que aletrem as ondas cerebrais, também comentou no ensaio sobre um suposto "som marrom" fui atrás, ei-lo:

Brown note

From Wikipedia, the free encyclopedia

Jump to: navigation, search
For similar phrases, see Brown note (disambiguation).

Contents

[hide]

The brown note is an infrasound frequency that is said to cause humans to lose control of their bowels due to resonance. There is no scientific evidence to support the claim that a "brown note" (transmitted through sound waves in air) exists.

[edit] Terminology

The name is metonymy for a common color of human feces (see also note (music)). Frequencies supposedly involved are between 5 and 9 Hz, which is below 20 Hz, the lower frequency limit of human hearing. High power sound waves below 20 Hz are felt in the body, not heard by the ear as sound. The only other vibrations titled with colors are the colors of noise.

[edit] TV show tests

The brown note was tested on the television show MythBusters using twelve Meyer Sound 700-HP subwoofers—a model and quantity that has been employed for major rock concerts.[1] Normal operating frequency range of the selected subwoofer model was 28 Hz to 150 Hz[2] but the twelve enclosures at MythBusters had been specially modified for deeper bass extension.The Meyer Sound team, under the direction of Schwenke and John Meyer, devised a special test and measurement system in order to test the theory at levels far beyond that experienced at any concert, and at far lower frequencies. Twelve 700-HP ultrahigh-power subwoofers had their input cards modified to allow deep subsonic frequencies, and their ports plugged to prevent a loss of efficiency at frequencies below their normal operating range. The modified cabinets were then stacked three high and faced inward in an open ring configuration. Test signals were generated by a SIM 3 audio analyzer, with software modified to produce tones down to 5 Hz. A precision B&K sound level analyzer fed by a model 4189 microphone and ZF 0023 attenuator measured levels.[citation needed] The experimenters on the show tried a series of frequencies between 5 and 10 Hz at a level of 120–153 decibels of sound pressure, but they were unsuccessful in producing the rumored effects. The test subjects all reported some physical anxiety and shortness of breath, even a small amount of nausea, but this was dismissed by the participants, noting that sound at that frequency and intensity moves air rapidly in and out of one's lungs.

Another show, Brainiac: Science Abuse, claimed to have performed an experiment using 22.275 Hz at −30 dB (according to the show's producers used by Japan's police and tested by the French military). During the program, they broadcast the note over the air (and into the living rooms of viewers) in an attempt to cause bowel movements among those who had chosen to stay in the room despite repeated warnings and opportunities to leave. It should be noted, however, that sound at this frequency at a significant volume cannot be generated by television speakers, nor by most subwoofers, nor by the cassette-tape boombox used to generate the note for the test subject. They also alleged to have confirmed the myth with a subject, but this subject was out of camera shot for all of the piece except at the very beginning.

In the World Wide Recorder Concert episode, the boys of South Park actually get the brown note to work with tragic/hilarious results.

[edit] Physiological effects of low frequency vibration

Jürgen Altmann of the Dortmund University of Technology, an expert on sonic weapons, says that there is no reliable evidence for nausea and vomiting caused by infrasound.[3]

Loud concert levels of subwoofer arrays have been cited as causing lung collapse in individuals who are very close to the subwoofer, especially for smokers who are particularly tall and thin.[4]

Air is a very inefficient medium for transferring low frequency vibration from a transducer to the human body.[5] Mechanical connection of the vibration source to the human body, however, provides a potentially dangerous combination. The U.S. space program, worried about the harmful effects of rocket flight on astronauts, ordered vibration tests that used cockpit seats mounted on vibration tables to transfer 'brown note' and other frequencies directly to the human subjects. Very high power levels of 160 dB were achieved at frequencies of 2–3 Hz. Test frequencies ranged from 0.5 Hz to 40 Hz. Test subjects suffered motor ataxia, nausea, visual disturbance, degraded task performance and difficulties in communication. These tests are assumed by researchers to be the nucleus of the current urban myth.[6]

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Revelação .1

Revelaction n1 shows the last achievements of De Ricardo performative use of audiovisual language. It's always great to see an use of video technic back to basics, with this effective use of mirroring image as an yogi 3rd eye. Soundtrack is fine as well specially because it follows the visual information softly. The performance itself is simple but very cleaver, just with some small movements of arm and fingers, De Ricardo sets different meanings on the images he build.
By Rodrigo Garcez

Luzes rastejantes


Rune Guneriussen


Rune Guneriussen


Festival de Iluminação


Festival de Iluminação






Pequim






E um raio-x de aeroporto.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Raven Smith


Escafandronauta Gigante Avistado em Berlin





O Astronauta

Quando me pergunto
Se você existe mesmo, amor
Entro logo em órbita
No espaço de mim mesmo, amor
Será que por acaso
A flor sabe que é flor
E a estrela Vênus
Sabe ao menos
Porque brilha mais bonita, amor
O astronauta ao menos
Viu que a Terra é toda azul, amor
Isso é bom saber
Porque é bom morar no azul, amor
Mas você, sei lá
Você é uma mulher, sim
Você é linda porque é

Viniscius de Moraes

Figurino 4


input_output

Abaixo, 'Descolador de cérebro', 'Tricô de intestino' e mais três sons meus. Antes, para o João que já ouviu Pelicano, uma versão videogame para 'Tesoura e pernas'.
















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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Sachiko Kodama, Yasushi Miyajima - Morpho Towers



Inquietações conectivas:

Tem uma letra de raggae sei la que ouvi uma vez no computador que tocava uma mp3 na casa de uma amiga e que dizia

não seremos indiferentes a ninguém

a frase me soou inquietante pois generaliza um comportamento que deveria ser entendido como múltiplo ou complexo

mas

ao mesmo tempo estar em processo criativo e perceber as ações que compoe o tecido, a carne invisível deste organismo, desta máquina invisível, perceber a aposta o sim de alguns colegas e o que gera o encontro, para além das facetas rconheceiveis sob a cerca e fronteira estabelecida como arte,

assim, num impasse sabendo do delicado equilíbrio entre a atenção e a indiferença e todas as suas nuances, não tenho como ficar indiferente, pelo menos não a aventos que se escrevem diretamente na carne do cotidiano criativo, processual,

o douglas num dos dias de conversa me presenteou com uma cd seu e de outros colegas musicos, pelicano

algumas letras sao especialmente curiosas pra mim agora. resolvi explicitar neste post =D



Pelicano

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Wikipedia:Como ler uma caixa taxonómicaComo ler uma caixa taxonómica
Pelicano
Pelicano
Pelicano
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Ciconiiformes
Pelecaniformes
Família: Pelecanidae
Género: Pelecanus
Espécies
Ver texto.

O pelicano é uma ave da ordem dos ciconiiformes, antigamente pelecaniformes, família Pelecanidae. A sua principal característica é o longo pescoço que contém uma bolsa na qual armazena o alimento. Assim como a maioria das aves aquáticas, possui os dedos unidos por membranas. Os pelicanos são encontrados em todos os continentes, excepto na Antártida.

Eles podem chegar a medir 3 metros de uma asa a outra e pesar 13 quilogramas, sendo que os machos são normalmente maiores e possuem o bico mais longo do que as fêmeas. Pratica uma dieta restrita aos peixes, apesar de já ter sido documentado um pelicano a comer uma pomba.

[editar] Espécies

Pelos fósseis encontrados, sabe-se que os pelicanos existem há mais de 40 milhões de anos. Dois géneros pré-históricos são Protopelicanus e de Miopelecanus.

São também conhecidas, através de fósseis, um grande número de espécies extintas do género Pelecanus:

  • Pelecanus alieus
  • Pelecanus cadimurka
  • Pelecanus cauleyi
  • Pelecanus gracilis
  • Pelecanus halieus
  • Pelecanus intermedius
  • Pelecanus odessanus
  • Pelecanus schreiberi
  • Pelecanus sivalensis
  • Pelecanus tirarensis

[editar] Simbologia

Na Europa medieval, considerava-se o pelicano um animal especialmente zeloso com seu filhote, ao ponto de, não havendo com que o alimentar, dar-lhe de seu próprio sangue. Seguiu-se, então, que o pelicano tornou-se um símbolo da Paixão de Cristo e da Eucaristia. Ele compunha os bestiários como símbolo de auto-imolação além de ter sido utilizado na Heráldica (um pelicano em piedade). Esta lenda, talvez, surgiu porque o pelicano costumava sofrer de uma doença que deixava uma marca vermelha em seu peito. Em outra versão, explica-se que o pelicano costumava matar seus filhotes e, depois, ressucitá-los com seu sangue, o que seria análogo ao sacrifício de Jesus.


CHEGOU A VEZ douglas dickel (inspirado em joseph campbell)

chegou a vez de atravessar
o mar noturno onde nada é seguro
esse mundo desconhecido e novo
não tem nada a ver com as leis da razão
ah bem-aventurança

seguindo em frente vão aparecer
seres estranhos e elementos polimorfos
pode haver tormentas inimagináveis
mas também pode surgir o graal
ah bem-aventurança

(sem querer ele despencou
naqueles globos amarelos
sem querer esqueceu o beijo)

MUTANTE douglas dickel

o sangue que corre dentro circula
quando uma nova referência é injetada
a fim de alimentar o organismo vivo
ela corre por todos os pontos da alma
e pode se dizer que é uma alma nova
ela corre por todos os pontos da alma
e pode se dizer que é uma alma nova
e pode se dizer que é uma alma nova

Anunciaram e garantiram que o mundo ia se acabar
Por causa disso minha gente lá de casa começou a rezar
Até disseram que o sol ia nascer antes da madrugada
Por causa disso nessa noite
Lá no morro não se fez batucada

Acreditei nessa conversa mole
Pensei que o mundo ia se acabar
E fui tratando de me despedir
E sem demora fui tratando de me aproveitar
Beijei na boca de quem nào devia
Peguei na mào de quem não conhecia
Dancei um samba em traje de maiô
E o tal do mundo não se acabou...
E o mundo não se acabou (Assis Valente, 1938)
Gravação original de Carmen Miranda

Extra & além

Wikipédia: A transcomunicação instrumental (TCI) estuda o fenómeno da alegada detecção de vozes e imagens de origem aparentemente não-humana mediante a utilização de equipamentos eletrônicos como rádio, televisão, telefone e computador.

Segundo os seus estudiosos, permitiria entrar em contato com uma dimensão diversa da realidade física propriamente dita, tornando possível ao homem dialogar com entidades inteligentes de origem ignorada, que interagiriam ativamente respondendo às perguntas feitas

Por vezes o termo é confundido com o "Electronic Voice Phenomena" (EVP) que, por se tratar apenas da manifestação de vozes em aparelhos, está contido dentro da TCI.



O que é Transcomunicação Instrumental (TCI)?

A palavra Transcomunicação vem da combinação contraída dos vocábulos Transcendental e Comunicação. O termo foi criado para referir-se à comunicação com mentes desencarnadas de algum plano extrafísico. A palavra Instrumental refere-se ao uso de instrumentos e aparelhos como meio para estabelecer este contato transcendental. Portanto, a Transcomunicação Instrumental foi designada como um meio de contato com entidades espirituais através de instrumentos, tais como o rádio, o gravador, a televisão, o telefone, o computador, e outros dispositivos eletrônicos, onde é possível receber mensagens espirituais por voz, imagem e texto.

O que é o Fenômeno das Vozes Eletrônicas (Electronic Voice Phenomena, EVP)?

Também conhecido como “vozes em fita magnética”, foi a primeira manifestação do fenômeno da Transcomunicação Instrumental. Inicialmente tudo começou com o aparecimento apenas de vozes em gravadores e ainda não havia a manifestação de imagens e textos.

O que significa FVEE?

Denominação ampliada de FVE (Fenômeno das Vozes Eletrônicas) criada e utilizada pelo espírita Djalma Mota Argollo e significa Fenômeno das Vozes Eletrônicas dos Espíritos.

Qual a explicação para essas vozes?

Ainda é um fenômeno sem aceitação científica e sem uma comprovação da origem das vozes. Existem algumas hipóteses para a explicação delas: 1 - Fraude consciente ou inconsciente, 2 - fenômenos terrestres ordinários, tais como interferências de rádio, 3 - fenômeno parapsicológico, ou seja, o transcomunicador conseguiria gerar as vozes nos meios gravadores por ação paranormal - como a psicocinese. 4 - fenômeno espiritual; a hipótese mais aceita entre os pesquisadores, como sendo a atuação de entidades espirituais (espíritos) de outros planos de existência.

O que é Ruído Branco?

É um tipo de ruído com densidade espectral constante e que na TCI é utilizando como ruído de fundo nas gravações para que supostas entidades espirituais possam utilizá-lo como matéria-prima para construção de suas vozes. Teoricamente a hipótese é de que as entidades modulam este ruído (chiado) e o transformem em vozes que sejam compreensíveis para nós. O ruído branco é conseguido, por exemplo, quando um rádio está fora de estação, emitindo apenas chiado. Entretanto, esse ruído do rádio não é tecnicamente um ruído branco real. Um ideal ruído branco pode ser gerado por um software editor de áudio no computador. Atualmente, o ruído branco não é utilizado por muitos transcomunicadores, devido a gerar vozes sem uma qualidade audível aceitável.

O que significa o termo ICI?

O vocábulo ICI (Intracomunicação Instrumental) foi criado no ano de 2002 por Alexandre de Carvalho Borges para se referir à hipótese parapsicológica na TCI. O vocábulo vem das palavras "Intrapessoal" + "comunicação". A hipótese parapsicológica alega que o próprio pesquisador é o agente causador do fenômeno das vozes e imagens que são comumente atribuídas os espíritos. Segundo a hipótese, por alguma faculdade ainda desconhecido pela ciência, os seres humanos poderiam interferir nos instrumentos e produzir essas vozes, imagens, etc. A Intracomunicação vem da palavra Intrapessoal, que significa a comunicação que uma pessoa tem consigo mesma. O emissor e o receptor da mensagem seria a própria pessoa em seu diálogo interior. Então, a Intracomunicação Instrumental seria o diálogo interior que a pessoa tem consigo mesma, mas neste caso utilizando-se de aparelhos. Esta é a hipótese parapsicológica, a mente estaria interferindo nos aparelhos e estes poderiam registrar essa "informação mental" de alguma forma. O termo equivalente em inglês seria IIC (Instrumental Intracommunication).

O que significa a técnica do EVP ou FVE?

EVP não é uma técnica e sim o nome dado a um fenômeno. EVP é o termo em inglês para Electronic Voice Phenomena e seu equivalente literal em português: Fenômeno das Vozes Eletrônicas (FVE). Não obstante, esse vocábulo em português é pouco usado, em preferência a seu original inglês. A editora inglesa Colin Smythe atribui a si a autoria de cunhar o termo logo após a publicação do clássico livro Breakthrough de Konstantin Raudive na década de 70. A confusão foi feita quando ao traduzir ao português uma técnica de gravação chamada "método do microfone", foi dada o nome de "método do EVP".




Wikipedia: Electronic voice phenomena (EVP) are electronically captured sounds that resemble speech, but are not the result of intentional voice recordings. Common sources include static, stray radio transmissions and background noise. Some people claim these sounds are of paranormal origin,[1] while there are natural explanations such as apophenia (finding significance in insignificant phenomena), auditory pareidolia (interpreting random sounds as voices in their own language), equipment artefacts, or simple hoaxes. Recordings of electronic voice phenomena are often created from background sound by increasing the gain (i.e. sensitvity) of the recording equipment.



* A Tecnologia do Além Imita a do Aquém?
* OS ANAGRAMAS FONÉTICOS ESPECULARES SIGNIFICATIVOS E AS VOZES PARANORMAIS REVERSAS



CSETI 3-Day Conference in Rio Rico, Arizona - October 24-26, 2009

The Disclosure Project is a nonprofit research project working to fully disclose the facts about UFOs, extraterrestrial intelligence, and classified advanced energy and propulsion systems. We have over 400 government, military, and intelligence community witnesses testifying to their direct, personal, first hand experience with UFOs, ETs, ET technology, and the cover-up that keeps this information secret.



Bolha dos Flaming Lips

MEdos - Noh

detalhes curiosos
o ator fica antes de entrar emc ena em uma sala cahamada sala do espelho e de fato, nesta sala existe um grande espelho no qual ele, todo figurinado e com mascara fica se olhando antes de entrar em cena.
isso me lembra isso

budha do Nam June PAik



detalhe inquietanto dois

existe uma ponte entre esta sala e a o palco
por esta ponte o ator se desloca.
esta ponte faz a ponte entre dois mundos. o mundo do ator e o dos eprsonagens. na tradiçao fala-se que ela liga o mundo dos vivos ao mundo dos mortos. isso pois toda historia de noh versa sobre figuras mortas. que naum estao mais ali mas naquele momento estao. dança de fantasmas, demonios e deuses





Aliás, resolvi soltar o vídeo do NOH plus o Vídeo do superhomem (OHH QUE NIETCHZEANO) juntos, os sons se misturaram egrando um horror
=D
Aliás
o grandes horrores que postei:
cid morira e o profeta do comete. Dão MEDO!

sobre o NOH

Descrição do ‘‘‘Noh’’’ Fonte WIKI

Palco de Noh. Centro: shite; direita em frente: waki; direita: oito membros do corojiutai; centro atrás: quatro hayashi-kata (musicos); esquerda, atrás: dois kohken (auxiliares de cena).

O foco da narrativa se encontra no protagonista (shite), o único que porta uma máscara. Shite é um espírito errante que exprime, de forma lírica, a nostalgia dos tempos passados. O coadjuvante (waki), geralmente um monge, não interfere no curso da ação, apenas é revelador da essência do shite. Um coro e quatro instrumentos auxiliam na condução da trama, que se soluciona através da dança. Esse coro, vale destacar, possui uma função dramática decisiva, conduzindo a narrativa.

O ‘‘‘Noh’’’é a fusão de poesia, teatro, bailado, música vocal e instrumental e máscaras. Os diversos elementos musicais são estreitamente entrelaçados numa simbiose entre o canto e a pantomima. No Noh, a descrição de cada cena repousa unicamente no texto do canto, nos gestos e nos movimentos do ator. A combinação desses elementos obedece a regras corporais e musicais, a teorias sofisticadas, resultando numa estética extremamente refinada, o que gera dificuldade geral em compreendê-lo e apreciá-lo. Isto ocorre sobretudo no que se refere ao libreto, escrito em linguagem arcaica e complexa, na codificação de gestos e movimentos, e na linguagem musical característica, totalmente estranha aos ouvidos comuns.

Os movimentos sintéticos do ator, são quase imperceptíveis como, por exemplo, de uma maneira estilizada e sutil, levanta os olhos para a lua, ou num gesto com a mão retira a neve do kimono. Esses movimentos fazem surgir aos olhos e espírito do espectador, um universo todo poético, um mundo visto de diversos ângulos envolvendo fenômenos da natureza e da vida.

As peças ‘‘‘Noh’’’decorrem num palco bastante despojado, feito de hinoki liso (cipreste japonês). O cenário é, invariavelmente, constituído apenas pelo "kagami-ita," um pinheiro pintado, no fundo do palco, mesmo que a peça se desenrole noutros locais. Há várias explicações para o uso desta árvore, sendo muito comum a interpretação que se refere aos rituais xintoístas, pelos quais os deuses descem à Terra por este meio. Outro adereço inconfundível é a ponte estreita (a "Hashigakari"), situada à esquerda, que os principais actores utilizam para entrada e saída das personagens.

Por tradição os atores de ‘‘‘Noh’’’não ensaiam juntos, cada ator pratica seus movimentos, canções sozinho ou com a orientação de um membro mais antigo. Entretanto, o ritmo de cada apresentação é determinado pela interação de todos os atores, músicos e pelo coro. Desta forma o ‘‘‘Noh’’’exemplifica um dos princípios estéticos de tempo e duração, chamado por Sen no Rikyu "ichi-go ichi-e".

Uma das peças mais famosas do repertório nô, é "Hagoromo - O Manto de Plumas", que tem uma "transcriação" para o português, feita pelo escritor Haroldo de Campos.

Figurino de trico eheheh

O Cris, um amigo meu sugeriu fazer uma calça, blusão, meias, luvas e touca de tricô com os motivos ATARI - Skyline, achei muito boa dica

Inquietante

Inquietante: no SCREAMING MAN não parece o MAN> Só o telhados e um grito ausente-presente.