segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Linkando o Linkão








Interessantissimos posts dos últimos dias. Muita coisa vem na minha cabeça e acho que muita cisa ta vindo na cabeça de todo mundo. Acho tri a gente, como task poder fazer associaçoes em rede, ou seja, de alguma forma criar agenciamentos entre o que estamos postando, e idéias de ação conjunta ou solo que estão em desenvolvimento. Quero fazer um encontro criativo agora no começo da semana para delimitarmos os campos de experimentação (experimentar o experimental) desta semana vindoura.

Coisas marcantes: a bonita solidão dos modelos da ou do Kate versus o skyline da cidade.
Interessantes propostas de pensamento-figurino. Vamos desenvolver.

LYGIA MAIS UMA VEZ: Em terceiro lugar, a partir de 1968, Lygia passou a refletir sobre as questões do corpo, integrando o público com a obra de modo sensório, em trabalhos como A Casa é o Corpo (1968), o Corpo Coletivo (1974) e Roupa-corpo-roupa. Dessas experiências extraiu conceitos terapêuticos que criavam uma interface inédita entre arte e ciência. Em 1978, começou a fazer experiências de utilização das obras com fins terapêuticos individuais. Dizia na época que era mais psicóloga que artista, criando situações experimentais em grupo. O fio condutor desse fase da sua obra é a relação entre corpo humano e arte. Seus “objetos relacionais” são uma série de manipulações artísticas que ancoram sua obra no universo de uma arte construída a partir do espectador/paciente. O processo terapêutico se irradia nas duas direções: na cura do sujeito/paciente que participa do processo da obra e na emancipação da obra de arte do seu status de objeto/produto. Segundo ela própria, quando o objeto perde sua especificidade como mercadoria/produto/obra e adquire significado na sua relação com a estrutura psicológica do sujeito, então a arte acontece e a possibilidade de cura aparece.

Ana Maria Caetano de Faria

Fonte: www.sbi.org.br

Propostas de roupa ação de Lygia

mas

Máscara Abismo - 1968

luva

Luvas Sensoriais -1968

eutu

Eu e o Tu -1967

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Nostalgia do Corpo a Corpo - 1986



A trajetória de Lygia Clark faz dela uma artista atemporal e sem um lugar muito bem definido dentro da História da Arte. Tanto ela quanto sua obra fogem de categorias ou situações em que podemos facilmente embalar; Lygia estabelece um vínculo com a vida, e podemos observar este novo estado nos seus "Objetos sensoriais, 1966-1968”: a proposta de utilizar objetos do nosso cotidiano (água, conchas, borracha, sementes), já aponta no trabalho de Lygia, por exemplo, uma intenção de desvincular o lugar do espectador dentro da instituição de Arte, e aproximá-lo de um estado, onde o mundo se molda, passa a ser constante transformação.

Em 1968 apresenta, pela primeira vez, no MAM-RJ, "A casa é o corpo", uma instalação de oito metros, que permite a passagem das pessoas por seu interior, para que elas tenham a sensação de penetração, ovulação, germinação e expulsão do ser vivo. Nesse mesmo ano, Lygia muda-se para Paris. O corpo dessexualizado é apresentado na série “roupa-corpo-roupa: O Eu e o Tu, 1967”. Um homem e uma mulher vestem pesados uniformes de tecido plastificado: o homem, veste o macacão da mulher; e ela, o do homem. Tateando um ao outro, são encontradas cavidades. Aberturas, na forma de fecho ecler, que possibilitam a exploração tátil, o reconhecimento do corpo: “os fechos são para mim como cicatrizes do próprio corpo”, diria a artista, no seu diário.

Em 1972, é convidada a ministrar um curso sobre comunicação gestual na Sorbonne. Suas aulas eram verdadeiras experiências coletivas apoiadas na manipulação dos sentidos, transformando estes jovens em objetos de suas próprias sensações. São dessa época as proposições “Arquiteturas biológicas, 1969", “Rede de elástico, 1973", “Baba antropofágica, 1973" e “Relaxação, 1974". Tratam de integrar arte e vida, incorporando a criatividade do outro e dando ao propositor o suporte para que se exprima. Em 1976, Lygia Clark volta definitivamente ao Rio de Janeiro. Abandona, então, as experiências com grupos e inicia uma nova fase com fins terapêuticos, com uma abordagem individual para cada pessoa, usando os “Objetos relacionais": na dualidade destes objetos (leves/pesados, moles/duros, cheios/vazios), Lygia trabalha o “arquivo de memórias” dos seus pacientes, os seus medos e fragilidades, através do sensorial. Ela não se limita apenas ao campo estético, mas sobretudo ao atravessamento de territórios da Arte. Lygia Clark desloca-se para fora do sistema do qual a arte é parte integrante, porque sua atitude incorpora, acima de tudo, um exercício para a vida. Como afirma Lygia:

“Se a pessoa, depois de fizer essa série de coisas que eu dou, se ela consegue viver de uma maneira mais livre, usar o corpo de uma maneira mais sensual, se expressar melhor, amar melhor, comer melhor, isso no fundo me interessa muito mais como resultado do que a própria coisa em si que eu proponho a vocês” (Cf. O Mundo de Lygia Clark,1973, filme dirigido por Eduardo Clark, PLUG Produções).
Fonte WIKI

domingo, 11 de outubro de 2009

Thom Phillips


Kaj Lehman


Mark Jenkins


Kate Bernauer


Oq ele grita?


Figurino 3 ("She will run for her life" huahuahuahuauha)


Figurino 2


Galinha


Figurino


Sempre as caveiras


Que Viva Mexico


Fallen - Ryan Jaffery


fallen from ristuart on Vimeo.

THE BLOOD OF JESUS


HEavens GAte- Assutador como sempre




o PLANETA terra será RECICLADO.
Santos, 05.04 - 12.04 de 1997

Fanatismo provoca suicídio coletivo

Por Iara Correia e Swami Pimentel

Obcecados com a idéia de pegar carona em disco voador, a seita americana Heaven's gate, promoveu suicídio coletivo no dia 26 de março, em mansão localizada perto de San Diego (EUA). O cenário do sacrifício mostrava 39 corpos (18 homens e 21 mulheres), já em estado de decomposição. Tudo indica que morreram dormindo, pois foram encontrados deitados em beliches e colchões no chão.

As mortes ocorreram em três dias e com grupos diferentes. Todos haviam ingerido álcool e barbitúricos, alguns tinham sacos plásticos envoltos na cabeça, mas a maioria possuía uma mortalha rôxa (triângulo de tecido) sobre o rosto e peito. Talvez para facilitar a identificação, carregavam documento de identidade no bolso da camisa.

O lider da seita, Marshal Applewhite (que desde os anos 70 prometia a seus seguidores a ressurreição), encontrava-se entre os mortos. Foi ele quem decidiu que os fanáticos deveriam "se desfazer de seu invólucro", ou seja, suicidarem-se para alcançar um disco voador escondido no rabo do cometa Hale-Bopp (cometa visível apenas no Hemisfério Norte).

O local do suicídio era sede da Higher Source, empresa especializada em desenhar páginas para Internet. Lá os fanáticos contavam com repleta rede de computadores e podiam ainda desfrutar dos nove quartos, sete banheiros, um elevador interno, uma piscina, uma quadra de tênis e um campo de golfe, que compunham os 12 mil metros quadrados da mansão avaliada em 1,6 milhões de dólares.

Este não é o primeiro caso de morte coletiva incitada por seitas "religiosas". Na década de 70 (mais precisamente em 1978), cerca de 900 seguidores do pregador americano Jim Jones, se deixaram envenenar em Jonestown (cidade criada pela seita no meio da selva sul-americana). Já em 1993, a seita Ramo Davidiano teve sua sede incendiada por seu "profeta" quando era ocupada por 80 membros. Mais recentemente, a Ordem do Templo Solar (seita religiosa do Canadá), incentivou o suicídio coletivo dos 48 membros do grupo, prometendo o renascimento num lugar chamado Sirius.


Apocalipse de verdade



UM HIT PRECISA SER OUVIDO

Contexto
fonde wikip´dia

Após contemplar toda a estrutura da organização celestial de Jeova Deus, João vê em sua mão direita um rolo (manuscrito enrolado em formato cilíndrico) com sete selos.[1] Em seguida Jesus Cristo (descrito como o Leão da tribo de Juda, a raiz de Davi, um cordeiro em pé, como se tivesse sido morto) tira o rolo da mão direita do sentado no trono.[2] Esses cavaleiros começam sua cavalgadura por ocasião da abertura do primeiro desses sete selos e a cada selo aberto um cavaleiro aparece no total de quatro[3]. Há interpretações que associam esses eventos com os descritos nas visões do profeta Daniel que se iniciam no final das 70 semanas e cavalgam até a Grande tribulação findando no Armagedom.
[editar] Simbologia relacionada
Albrecht Dürer - Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse

Como em outros livros de profetas bíblicos como Isaías, Daniel e Ezequiel aspectos da narrativa como local, tempo, quantidade, personagens envolvidos e referências são vistos de forma simbólica e muitas vezes interpretados de maneira relacionada a outras passagens bíblicas e acontecimentos passados ou atuais.

* O número quatro na simbologia numérica bíblica representa quadrangulação em simetria, universalidade ou totalidade simétrica,[4] como em quatro cantos da Terra, quatro ventos. Vemos isso também em outros textos (Revelação 4:6; 7:1, 2; 9:14; 20:8; 21:16), provavelmente tornando esses quatro Cavaleiros parte de um único evento relacionado.
* Cavalos e cavaleiros em muitas culturas o cavalo é simbolo de impetuosidade e impulsividade relacionadas com os desejos humanos além de ser associado com água e fogo por serem muitas vezes incontroláveis. Também é tido como a relação com o divino servindo de guia de almas, sendo muitas vezes enterrados junto com seus donos. Exprime também vigor e viriliade por vezes simbolizando a juventude. No contexto histórico principalmente nos campos de batalha o cavalo, era treinado muitas vezes para matar soldados com suas patas ou sua boca,[5] portanto nessa narrativa esses cavalos e seus cavaleiros podem representar (e muitas interpretações os descrevem assim) uma cavalgada (campanha) com toques de guerra trazendo suas consequências por onde passam.
* As cores dos cavalos dizem muito dos respectivos cavaleiros como:
o Branco - Pureza, santidade, régio;
o Vermelho - Sangue, assassinato, guerra;
o Preto - Obscuridade, peste, maldição;
o Descorado (ou baio) - Corpo em decomposição, repulsa.
* Seus apetrechos mostram característica a respeito do papel que desempenham ou a consequência de sua cavalgada:
o Arco - Símbolo da guerra e do poder;[6]
o Espada - Principal arma dos exércitos antigos, usada como símbolo de assassinato;
o Balança - No contexto denota desigualdade ou injustiça (no caso de alimento).
* A Ordem em que são chamados revela uma sucessão progressiva, pois eles não são chamados ao mesmo tempo, levando muitos a associar essa visão com acontecimentos do início do século 20, chegando à conclusão que o final das "Setenta Semanas" seria 1914, o primeiro cavaleiro Jesus Cristo e os outros cavaleiros sinais de sua presença.(Mateus 24:3, 21)

Ver também: 1914 para as Testemunhas de Jeová, Fim dos tempos para os Meninos de Deus

* Quem os chama são quatro "criaturas viventes cheias de olhos"[7] ou querubins que estão "em volta do trono, em cada um dos seus lados"[8] (i.e do trono de Deus). É provavel que não se refira a um número literal, mas representa toda a classe angelical desse grupo, ou dos que desempenham a mesma função. Cada um é desctrito como tendo a cabeça, ou aparência, distinta.[9]
o ...a primeira(...)semelhante a um leão - O leão é simbolo do poder e da justiça.[6] É também associado ao atributo divino da justiça.[10] Na visão prófetica de Ezequiel sobre o templo de Deus, ao redor do trono ele também vê quatro querubins com quatro faces, sendo uma dessas face de leão.[11]
o ...segunda(...)semelhante a um novilho(ou um touro) - Símbolo de força,[6] também representado como um atributo divino,[12] e uma das faces dos querubins vistos por Ezequiel.[13]
o ...terceira(...)tem rosto semelhante ao de homem - O homem dentre as criações é o único semelhante a Deus,[14] e capaz de amar ou de imitar essa qualidade inerente dele.[15]
o ...quarta(...)semelhante a uma águia voando - Dentre outras atribuições a águia é bastante conhecida por sua excelente visão[16] ou como símbolo de sabedoria, perspicácia ou discernimento.[6] Também é simbolo da sabedoria divina e uma das faces dos querubins vistos por Ezequiel.

Como um todo esses querubins podem representar a ação ou manifestação conjunta (ou completa) dos atributos principais de Deus, tanto que são eles que chamam os quatro cavaleiros.

* Sete selos (ou sinete) e o rolo - o selo era usado como sinal de autenticidade ou garantia a privacidade do documento levando uma marca.[17] O número sete é considerado um número sagrado e representa inteireza[6] e o rolo (ou livro) era usado como símbolo de decreto, pronunciação ou onde estão anotados[6] o conjunto desses símbolos denotam que esse rolo contém uma pronunciação inteiramente autêntica de acordo com seu contexto bíblico.

[editar] Características individuais
[editar] Conquista

Diz a Bíblia que ele virá e será seguido por muitos, o que remete a Zacarias 10:3-5, onde o profeta reúne seu "rebanho" e segue após ser "coroado", travando batalhas contra seus inimigos(pregando). Este cavaleiro faz pensar nos partos ("Feras da terra"), cuja arma característica era o arco, terror do mundo romano no século I (cf. Dt 7,22; Jr 15,2-4 e 50,17; Ez 34,28 e 9, 13-21)[carece de fontes?]
Cquote1.svg E eu vi, e eis um cavalo branco; e o que estava sentado nele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo e para completar a sua vitória. Cquote2.svg
— Apocalipse 6:2
[editar] Guerra

O Cavaleiro do Cavalo Vermelho, que tem uma Grande Espada, símbolo das guerras sangrentas. Acredita-se que o mesmo representa os flagelos, os meios pelos quais "Deus" castigaria e oprimiria os infiéis.
Cquote1.svg E saiu outro, um cavalo cor de fogo; e ao que estava sentado nele foi concedido tirar da terra a paz, para que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada. Cquote2.svg
— Apocalipse 6:4
[editar] Fome

O Cavaleiro do Cavalo Negro, carrega consigo uma Balança e traz com isso, segundo uns, a justiça (proteção aos justos), segundo outros (a maioria dos estudiosos) o colapso econômico e a fome, pois a balança seria símbolo dos alimentos racionados e dos preços exorbitantes.
Cquote1.svg E eu vi, e eis um cavalo preto; e o que estava sentado nele tinha uma balança na mão. E eu ouvi uma voz como que no meio das quatro criaturas viventes dizer: “Um litro de trigo por um denário, e três litros de cevada por um denário; e não faças dano ao azeite de oliveira e ao vinho. Cquote2.svg
— Apocalipse 6:6
[editar] Morte

O Cavaleiro do Cavalo Baio (amarelo-esverdeado: a cor do cadáver que se decompõe), traz consigo a morte, a privação do plano terrestre, sendo ele o ultimo enviado por "Deus". A tradição popular perpetuou a idéia de que este último animal seria uma égua esquálida e não um cavalo. A citação do Inferno que a acompanha é, tradicionalmente, representada pelo Leviatã a engolir as vítimas, destinadas à morte eterna.
Cquote1.svg Então ouvi a terceira Criatura:"Venha" e apareceu um cavalo baio,o nome do cavaleiro era Morte e o Inferno o seguia de perto. Cquote2.svg
— Apocalipse-6:7
[editar] Os cavaleiros e suas cavalgaduras

Os cavaleiros e seus cavalos, tal qual são descritos na Bíblia:
Cor do Cavalo Simbolismo da cor Cavaleiro Poder Simbolismo do Cavaleiro Descrição original grega
Branco falsa inocência/ paz disfarçada.[carece de fontes?] Porta um arco e uma coroa. Conquistar. Anticristo, o falso Cristo, a falsa religião. ίππος λευκός (híppos leukós), o Cavalo Branco
Vermelho O sangue derramado no campo de batalha. Porta uma espada. Traz a guerra. Guerra, destruição ίππος πυρρός (híppos pyrrós), o flamejante Cavalo vermelho
Preto Escuridão, planícies desertas Porta uma balança Escassez de alimentos Penúria, fome, trocas injustas ίππος μέλας (híppos mélas), o Cavalo Negro
Baio Pele esverdeada de um cadáver, Decomposição Porta um tridente ou um alfanje Destruir pela guerra, pela fome, pela peste, etc. Morte ίππος χλωρός, θάνατος (híppos khlōrós, thánatos), o Cavalo verde pálido, chamado Morte

NB : Mesmo que, muitas vezes, o cavaleiro branco seja interpretado como o Anticristo, o livro do Apocalipse não o nomeia como tal.

NB : O livro do Apocalipse também não faz menção a cor dos cavaleiros e sim dos respectivos cavalos, quando o livro do Apocalipse faz menção a Jesus ele o menciona como tendo barba e cabelos brancos como a neve.

NB : Em grego, a palavra usada para descrever o cavalo baio é chloros

noh fantasmas - bonecos. supermarios

estou vendo

uma voz que explica

sábado, 10 de outubro de 2009

Skyline











Missile Command

Elemento fogo

Um cavaleiro brandindo uma espada

Aos 5'20".

Step over me

Jesus. I'm sorry. I didn't see you there.

*

A heart that's full up like a landfill,
a job that slowly kills you,
bruises that won't heal.
You look so tired-unhappy,
bring down the government,
they don't, they don't speak for us.
I'll take a quiet life,
a handshake of carbon monoxide,

with no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
Silence, silence.

This is my final fit,
my final bellyache,

with no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises please.

Such a pretty house
and such a pretty garden.

Aos 2'46" a luz branca inunda

Violência & riso






PRINCÍPIO MASCULINO





Natalie Portman em 'Closer'

Pôr-da-mulher



E, então, o homem parte.



Goodbye, cruel world,
Im leaving you today.
Goodbye, goodbye, goodbye.

Goodbye all you people,
Theres nothing you can say,
To make me change my mind.
Goodbye.

O homem afasta aquilo que não entende



CAMPBELL: O que é uma mulher? Uma mulher é um condutor de vida. A mulher é tudo o que importa à vida: conceder o nascimento e a nutrição. Seus poderes a tornam idêntica à deusa terra, e tem de tomar consciência disso. Como a sua magia consiste em propiciar o nascimento e em nutrir, como faz a terra, sua magia sustenta a magia da terra. O menino não vive nenhum acontecimento desse tipo, por isso precisa ser transformado em homem e voluntariamente tornar se um servidor de algo maior do que ele.

MOYERS: O que significa que as mulheres controlam a dança?

CAMPBELL: Bem, a mulher é a vida, e o homem é o servidor da vida.

Franga Bernardes?



"Há um quadro de Klee chamado Angelus Novus. Representa um anjo que parece a ponto de afastar-se para longe daquilo a que está olhando fixamente. Seus olhos estão arregalados, sua boca aberta, suas asas estendidas. O anjo da história deve ter este aspecto. Seu rosto está voltado para o passado. Onde diante de nós aparece um encadeamento de acontecimentos, ele vê uma catástrofe única, que vai empilhando incessantemente escombros sobre escombros, lançando-os diante de seus pés. O anjo bem que gostaria de se deter, despertar os mortos e recompor o que foi feito em pedaços. Mas uma tempestade sopra do Paraíso e se prende em suas asas com tal força, que o anjo já não as pode fechar. A tempestade irresistivelmente o impele ao futuro, para o qual ele dá as costas, enquanto o monte de escombros cresce até o céu diante dele. O que chamamos de Progresso é esta tempestade." (Walter Benjamin)

O resto dos dias dele



Sol da meia-noite é a designação comum para o fenômeno que ocorre nas latitudes acima de 66º 33' 39" N ou S, ou seja para além do círculo polar ártico ou do círculo polar antártico, quando o sol não se põe durante pelo menos 95 horas seguidas. Em latitudes superiores a 80 graus, o sol não se põe por mais de setenta dias no verão, ou seja, não há noites durante mais de dois meses.





"Cabe continuar andando sem esperar nada, perscrutando o corpo e agarrado ao único prazer de que as grandes travessias pelo deserto sempre me trouxeram boas miragens, miragens, porque não acredito que se atinja estados de potência do viver que sejam plenos. O deserto pode ser a coisa mais bela, dependendo do afeto com que se dispõe. No entanto, o deserto vazio que tenho caminhado foi antes esvaziado pela própria humanidade: é testemunhando as condutas humanas, os ventres dilacerados e as vozes silenciadas, do esquartejamento da vida a nível global, que tem faltado-me até mesmo o agir sem esperança: é antes um desejo alucinado e ardente de que o acaso pudesse, através de uma das suas infinitas formas de aparição da matéria ou da substância de que fala Spinoza, fazer desaparecer como num relâmpago toda forma 'homem' – por que não imaginar um colapso do planeta Terra com um meteoro algumas vezes maior?: a história dos homens, com suas alegrias e vasta carnificina, desapareceria por completo, e o que virá depois, as transformações da matéria, restará à sua sina: continuar transformando, transformando... sem jamais ser ou não-ser, mas" (Adriel)


Eu sou um homem de sucesso.

Ondulações na superfície



CAMPBELL, Joseph. O herói de mil faces. 1949.
Parte I: A aventura do herói
Capítulo I: A partida
1. O chamado da aventura

A aventura pode começar por um erro - aparentemente um mero acaso - que revela um mundo insuspeito, e o indivíduo entra numa relação com forças que não são plenamente compreendidas. Como Freud demonstrou, os erros não são um mero acaso; são, antes, resultado de desejos e conflitos reprimidos. São ondulações na superfície da vida, produzidas por nascentes inesperadas. E essas nascentes podem ser muito profundas — tão profundas quanto a própria alma. O erro pode equivaler ao ato inicial de um destino.

Freud sugeriu que todos os momentos de ansiedade reproduzem os dolorosos sentimentos da primeira separação da mãe — a falta de fôlego, a congestão, etc, da crise do nascimento.

William Lamson





Os 4

Por Dürer


Os 4

Por Luther



Os 4

Por Viktor Vasnetov


Os 4

Por Ottheinrich


sexta-feira, 9 de outubro de 2009

terça-feira, 15 de setembro de 2009

sábado, 29 de agosto de 2009

Edge - Sylvia Plath

The woman is perfected.
Her dead

Body wears the smile of accomplishment,
The illusion of a Greek necessity

Flows in the scrolls of her toga,
Her bare

Feet seem to be saying:
We have come so far, it is over.

Each dead child coiled, a white serpent,
One at each little

Pitcher of milk, now empty.
She has folded

Them back into her body as petals
Of a rose close when the garden

Stiffens and odors bleed
From the sweet, deep throats of the night flower.

The moon has nothing to be sad about,
Staring from her hood of bone.

She is used to this sort of thing.
Her blacks crackle and drag.


"Cada homem sempre carregou dentro de si a imagem da mulher; não a imagem desta ou daquela mulher, mas uma imagem feminina definitiva"
Carl Jung

terça-feira, 18 de agosto de 2009

segunda-feira, 17 de agosto de 2009